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13 de setembro de 2013

Tailândia deixará a lista dos municípios com maiores índices de desmatamento da Amazônia

Simbolo nacional de desmatamento, Tailândia deixará a lista dos municípios com maiores índices de desmatamento da Amazônia. 

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) confirmou a informação na última quarta-feira, 4 de setembro. A saída da lista representa o retorno do acesso ao crédito rural e o fim do impedimento (embargo) ao uso econômico de propriedades rurais nos municípios.

Em 2008, todos os estabelecimentos madeireiros e de carvoaria do município foram vistoriados e multados por irregularidades durante a operação Arco de Fogo, ação conjunta entre Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Federal e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). A operação resultou em mais de R$ 23 milhões em multas e 23 mil metros cúbicos de madeira apreendida.

A ação sofreu forte resistência, inclusive com confronto entre policiais e pessoas contrárias à fiscalização. Houve de tudo: ponte interditada por toras incendiadas, depredação de prédios públicos e retenção em uma serraria de fiscais estaduais e federais.

A prefeitura chegou a declarar na Folha de São Paulo que se as madeireiras fossem fechadas a cidade quebraria. Para alegria de todos a cidade não quebrou e hoje o município ostenta a marca de 80% de suas propriedades rurais registradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), e um índice de desmatamento inferior a 40km². Ao contrário do clima de revolta de 2008, hoje a cidade comemora com orgulho sua nova condição. Parabéns a todos! 




8 de abril de 2013

Desmatamento pode estar em alta na Amazônia


O desmatamento na Amazônia, que em 2012 chegou ao seu menor índice histórico, pode estar voltando a subir.
Por enquanto, os dados são preliminares, os chamados alertas de desmatamento, mas a tendência de alta já preocupa os ambientalistas.

O sistema Deter do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) identificou 1.695 quilômetros quadrados de áreas possivelmente desmatadas ou degradadas entre 1º de agosto de 2012 e 28 de fevereiro de 2013.

Isso representa um aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar de confiáveis, esses dados ainda não são definitivos. O sistema Deter tem uma série de limitações, como a existência de pontos cegos quando há presença de muitas nuvens sobre a floresta.

Por isso, os cientistas dizem que as comparações entre um mês e outro não são precisas. Mesmo assim, já há uma sensação de alerta.

“Ainda não é possível dizer se houve aumento no desmatamento. Os dados do Deter incluem também a degradação, que pode não se concretizar em desmatamento”, explica Dalton Valeriano, pesquisador do Inpe.

Segundo ele, a alta nos alertas foi em parte causada pelo mês de agosto com uma grande quantidade de queimadas – ligadas à exploração humana -, que puxaram os números para cima.

“Nos outros meses, a situação não foi tão diferente.”

O Mato Grosso (734 km2) liderou a lista de possíveis danos à floresta, seguido pelo Pará (428 km2) e por Rondônia (270 km2).

O Inpe tem outro sistema de monitoramento via satélite, o Prodes, que mede o número consolidado do desmatamento. Esses dados, porém, ainda não estão prontos.

Com a divulgação dos números, o Ibama diz que está intensificando a fiscalização.

O órgão destaca a quantidade de madeira e materiais apreendidos. Pela primeira vez, o instituto fiscalizou a retirada de madeira de forma intensiva durante o período de chuvas.

Só em fevereiro, o Ibama apreendeu R$ 15 milhões em toras de madeira ilegais.

Batizada de Onda Verde, a operação apreendeu, em apenas um mês de fiscalização no Oeste do Pará, a mesma quantidade de madeira irregular identificada no Estado inteiro em 2012.

Repercussão – O Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), que tem sistema próprio de monitoramento da floresta, já havia identificado uma tendência de alta nos últimos seis meses.

“Ainda não podemos dizer que é um aumento do desmatamento, mas já é preciso ficar atento. O que preocupante é que estamos entrando no período de seca, em que o desmatamento tradicionalmente sobe. Se os alertas já foram altos para o período de chuvas, é possível que eles subam ainda mais”, avalia Heron Martins, do Imazon.

O Greenpeace mandou um comunicado sobre o desmatamento para sua base de apoiadores e cobrou uma atitude para frear o avanço.

Entre os motivos principais apontados para a alta está a contínua pressão para a pecuária na região, além da intensificação da ocupação das redondezas da BR-163 e da Transamazônica, no Pará. 


(Fonte: Folha.com)

8 de novembro de 2011

O Senado quer saber: você é a favor ou contra o desmatamento zero na Amazônia?

Após a reapresentação de emenda que prevê a suspensão de licenças para novos desmatamentos na Amazônia Legal por um período de dez anos, feita no ultimo dia 31 pelo Senador Valdir Raupp, presidente em exercício do PMDB, o Senado publicou em seu site uma enquete onde busca a opinião dos internautas sobre a questão. A emenda pretende incorporar ao texto do novo código florestal a restrição quase que absoluta para novos desmatamentos na região.

A enquete, que ficará no ar entre os dias 1º e 15 de novembro, deverá ser fonte de consulta dos Senadores quanto a este assunto e pode ser acessada mais facilmente através do endereço http://www.senado.gov.br/noticias/DataSenado/enquetes.asp?ano=2011, ou através da página principal da instituição.
É rapidinho, passe lá e dê a sua opinião.